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Noivas investem em cirurgias plásticas e procedimentos minimamente invasivos para o grande dia

Noivas investem em cirurgias plásticas e procedimentos minimamente invasivos para o grande dia

Segundo pesquisas uma a cada dez mulheres decide aplicar toxina botulínica ou recorre a uma cirurgia plástica antes de subir ao altar. Entre os tratamentos mais comuns pré-casamento, estão a lipoaspiração e o implante de silicone nos seios. Tudo isso para que se sintam ainda mais bonitas neste momento tão especial.

“Assim como os preparativos para a cerimônia e festa, quando a noiva tem interesse em fazer um procedimento cirúrgico, ela precisa se programar. Escolher um médico que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, fazer os exames solicitados e seguir as recomendações no pós-operatório. Tudo isso, somado a uma boa alimentação e exercícios físicos, fará com que os resultados fiquem ainda melhores”, explica o cirurgião plástico Dr. Pablo Rassi Florêncio, Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

”O momento adequado para se submeter aos procedimentos cirúrgicos varia de acordo com o procedimento a ser realizado. Para rinoplastia o ideal seria programar a cirurgia para 8 a 12 meses antes, para redução mamária cerca de 6 meses e para cirurgia de implante de prótese de mama, lipoescultura, otoplastia e outras cirurgias menores cerca de 3 a 6 meses”, explica Dr. Pablo Rassi Florêncio.

Já os procedimentos minimamente invasivos, como toxina botulínica, preenchimento, peeling ou mesmo laser CO2 Fracionado, podem ser marcados mais próximos do casamento.

Procedimentos

Laser CO2 Fracionado: trata problemas de pele, como rugas, cicatrizes de acne, manchas de envelhecimento, olheiras e flacidez cutânea. “A cicatrização é outra vantagem do CO2, pois ocorre de maneira mais rápida e, por atingir áreas mais profundas da pele, o resultado é mais duradouro. Logo após a aplicação, a pele fica um pouco avermelhada por aproximadamente uma semana, mas os resultados podem ser observados com duas a três sessões, com intervalos de 30-50 dias”, afirma Dr. Pablo Rassi Florêncio.

Preenchimento: É uma técnica de rejuvenescimento em que substâncias biocompatíveis, ou seja, reabsorvidas pelo organismo com o passar dos meses para evitar sequelas, são injetadas na pele para preencher o sulco órbito-malar, rugas ou aumentar partes do rosto, como o contorno maxilar e os lábios.

 

Toxina Botulínica: trata as rugas dinâmicas ou de expressão provocadas pela contração muscular da mímica facial, que leva, ao longo do tempo, à formação de vincos permanentes na pele. “A toxina botulínica atua impedindo a contração dos músculos faciais que dão origem às rugas. Com a interrupção da contração, ocorre o relaxamento muscular e as rugas se atenuam. Normalmente são mais utilizadas na região frontal (testa), entre os supercílios, levantar a sobrancelha e para tratar os ‘pés de galinha’”, explica o cirurgião plástico.

 

Peelings: são procedimentos que utilizam diversos tipos de ácidos de acordo com o resultado que se deseja obter, podendo ser superficiais, médios ou profundos. Segundo o Dr. Pablo Rassi Florêncio, os peelings melhoram a textura da pele, clareiam manchas e atenuam rugas finas, além de estimular a renovação do colágeno que dá melhor firmeza à pele.

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Cirurgia Plástica corrige abertura de Alargador no lóbulo da orelha

Jovens adultos buscam o procedimento por causa do mercado de trabalho ou por incômodos causados pelo acessório

 

Muito utilizado por jovens, o alargador é uma peça de modificação corporal colocada geralmente no lóbulo da orelha para esticar a pele. O adepto vai trocando de tamanhos, fazendo com que o lóbulo fique cada vez maior, até atingir o tamanho e formato desejado. Depois de muitos anos usando o acessório, por causa do mercado de trabalho ou mesmo pelo incômodo causado pela peça, muitos adultos buscam um cirurgião plástico para fechar a abertura e corrigir o lóbulo da orelha.

 

“O incômodo ou mesmo a pressão no mercado de trabalho impulsionam a busca pela correção. O procedimento é feito conforme a forma e o tamanho da deformidade e, em alguns casos, é necessário retirarmos parte do tecido e realizarmos retalhos locais. Já em outros, apenas o fechamento do defeito é suficiente”, explica o cirurgião plástico Dr. Pablo Rassi Florêncio, Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. “O importante é avaliar cada caso individualmente.”

 

A designer de moda e professora Lara Vaz decidiu no ano passado tirar o alargador justamente por causa do incômodo. “Na verdade eu não queria tirar o alargador, sempre foi muito tranquilo pra mim, talvez pela minha área mesmo, e acho muito bonito até hoje. Antes de tirar, o meu plano inclusive era aumentar um pouco mais que 16 mm, mas quando chegou nesse tamanho, a bordinha da joia começou a encostar-se à cartilagem da orelha e machucar, principalmente quando dormia com alargador. Por isso, resolvi tirar. E como uma amiga minha já tinha feito a correção, decidi também buscar um cirurgião plástico para fazer o procedimento”, conta.

 

Brincos grandes e pesados

Outro causador de correções no lóbulo da orelha são os brincos grandes e pesados. “Muitas mulheres gostam de peças grandes e isso pode fazer com que o furo do brinco vá, aos poucos, ‘rasgando o lóbulo da orelha’”, afirma o cirurgião plástico Dr. Pablo Rassi Florêncio.

 

“Neste caso, o procedimento é ainda mais simples que a correção do lóbulo de quem usa alargador”, afirma. “Para as mais vaidosas, depois de corrigirmos o lóbulo, ainda durante a cirurgia, é possível colocar um brinco pequeno de ouro ou aço cirúrgico esterilizado, que deve permanecer por cerca de 2 meses, sem trocas. Após este período, já se pode usar um brinco maior.”

 

Embora não seja um procedimento complexo, em ambos os casos, a cirurgia de correção deve feita por um cirurgião plástico que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Pablo Rassi Florêncio é Cirurgião Plástico. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), é graduado em Medicina e pós-graduado em Cirurgia Geral pela UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), e pós-graduado em Cirurgia Plástica pelo Instituto de Cirurgia Plástica Santa Cruz (ICPSC), ambos em São Paulo. Com atuação em Cirurgia Estética, Cirurgia Reparadora e Procedimentos Minimamente Invasivos, Pablo Rassi Florêncio participou de inúmeros Congressos, Cursos e Simpósios no Brasil e no exterior. Colaborou na organização de Simpósios de Cirurgia Plástica e com um capítulo na publicação “Cirurgia Plástica – Os Princípios e a Atualidade”.http://www.pablorassi.com.br/

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ARTIGO — A orelha de abano na infância

ARTIGO

A orelha de abano na infância

 

“Minha filha nasceu com a orelhinha meio dobradinha pra frente…Usar faixinhas resolve?” Esta, sem dúvidas, é uma das perguntas que muitas mães se fazem ao perceber alguma alteração na estrutura da orelha do bebê. Afinal, não é só por uma questão estética, mas muito mais por uma questão emocional e a preocupação com o bullying na infância que o questionamento surge.

 

E apesar da incidência não ser tão alta, de 2 a 5% da população mundial tem orelhas de abano, o medo de o filho sofrer motiva muitos pais a procurar alternativas. Por exemplo, no caso citado acima, a mãe usava faixas para “segurar a orelha no lugar”, mas a chance de resolver plenamente só com esta medida, para aquela bebê de apenas 5 meses, não era grande. Então, o que se deve fazer?

 

A cirurgia que resolve esse problema é a Otoplastia, e pode corrigir um defeito na estrutura das orelhas presente desde o nascimento, que se torna aparente com o desenvolvimento, ou tratar as orelhas deformadas causadas por lesão. É esta cirurgia a responsável pela criação de uma forma natural, dando equilíbrio e proporção às orelhas e à face.

 

“Então posso fazer logo que notar algo diferente?” Não, o ideal é fazer esta intervenção cirúrgica a partir dos 5 anos de idade ou quando a cartilagem da orelha estiver estável o suficiente para a correção. Para isso, é preciso passar por uma avaliação de um especialista – um cirurgião plástico Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – para saber se o procedimento já pode ser feito.

 

A cirurgia ajuda a acabar com a discriminação e a solucionar problemas de bullying no ambiente escolar, mas não resolverá todos os problemas do paciente. Por isso, é importante conversar com a criança para entender o quanto as orelhas a incomodam, e se ela está disposta a cooperar com os pedidos do médico e seguir suas recomendações. Afinal, nesta idade, as crianças são capazes de expressar o que sentem e devem participar da decisão.

 

Agora, e quando a criança não vê as orelhas como um problema? Em alguns casos, o incomodo é maior nos pais do que nos próprios filhos, que conseguem lidar com as “brincadeiras” dos amigos tranquilamente. Por exemplo, uma paciente decidiu operar apenas aos 21 anos e me confidenciou que sofreu sim bullying na escola por ter orelha de abano, mas levava na brincadeira porque “tinha uma cabeça boa, então, não ligava tanto para isso”. Depois, mais velha, por vaidade, decidiu que era hora de operar e ficou muito feliz com o resultado.

 

Independente da idade e mesmo sendo uma cirurgia relativamente simples, o pós-operatório costuma ser um pouco dolorido no início, pede o uso de faixas e certas restrições na hora do sono precisam ser seguidas. Assim, se a decisão de pais e filhos for pela cirurgia, um bom momento para realizar o procedimento é nas férias escolares, quando a criança poderá descansar e seguir todas as recomendações médicas.

 

Neste vídeo, vocês, mamães, poderão saber com mais detalhes como funciona a Otoplastia: http://www.youtube.com/watch?v=71PpqelYH9c&feature=youtu.be

 

***Artigo escrito pelo Cirurgião Plástico Dr. Pablo Rassi Florêncio. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), é graduado em Medicina e pós-graduado em Cirurgia Geral pela UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), e pós-graduado em Cirurgia Plástica pelo Instituto de Cirurgia Plástica Santa Cruz (ICPSC), ambos em São Paulo. Com atuação em Cirurgia Estética, Cirurgia Reparadora e Procedimentos Minimamente Invasivos, Pablo Rassi Florêncio participou de inúmeros Congressos, Cursos e Simpósios no Brasil e no exterior. Colaborou na organização de Simpósios de Cirurgia Plástica e com um capítulo na publicação “Cirurgia Plástica – Os Princípios e a Atualidade”. http://www.pablorassi.com.br/

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